Sexta-feira, Outubro 29, 2004

Segue abaixo texto retirado do site Vida Nova Music, que falou muito comigo, leiam tudo... vale a pena!!!


Adoração Extravagante!


por Ramon Tessmann

Se há uma expressão muito comentada nestes últimos dias é a tal da ¿adoração extravagante¿. É comum ouvirmos críticas e comentários, bem como conhecermos ferrenhos defensores e analistas do tema. Desde já deixo claro que não quero me envolver com questiúnculas, pois creio que Jesus não está preocupado se estamos usando um termo agressivo ou se o nosso dicionário fala isso ou aquilo sobre ¿extravagante¿. Extravagante quer dizer ¿insensato¿ ou ¿extravasante¿? Penso que discutir isso é perda de precioso tempo (Tito 3:9).

O fato é que adoração extravagante e religiosidade extravagante existem há muito tempo. Um dos atos de adoração mais estranhos, insólitos e extravasantes que conheço foi praticado por Maria, irmã de Lázaro (aquela que foi ¿imortalizada¿ por Jesus em Mt 26.13). O texto mais detalhado dos 4 evangelhos encontra-se em Lc 7.36. Por favor, leia na Bíblia antes de prosseguir.

A princípio é importante que entendamos a história ¿por trás¿ do relato bíblico. A festa foi organizada por Simão (o leproso) para homenagear Lázaro, que fora ressuscitado por Jesus. No vs 36, vemos que Jesus era um mero convidado. Isto quer dizer que, mais uma vez na história do homem, o curado recebe mais atenção que o Curador.

A mulher pecadora (Maria) talvez estivesse percebendo, lá da rua mesmo, que as homenagens prestadas ao seu irmão, estavam desonrando Jesus. E como as mulheres não podiam participar dos banquetes masculinos, ela tinha que ficar do lado de fora. Mas Maria estava profundamente grata a Jesus pelo milagre que Ele havia feito. E algo estava errado naquela festa. Você sente a semelhança com alguns de nossos eventos de hoje?

Em questão de minutos a mulher vai até sua casa, pega um vaso cheio de ungüento (de nardo puro). O perfume representava suas economias de muito tempo, e equivalia a 1 ano de salário de um trabalhador. O nardo era uma planta odorizante, e seu bálsamo era muito caro, importado do Norte da Índia. Com essa disposição de ofertar o seu bem mais precioso Maria começava a adorar com extravagância.

No vs. 37 ela entra esbaforida e ansiosa na casa do fariseu Simão. Vendo Jesus à mesa, ela se derrama aos pés dele e chora copiosamente, ¿lavando¿ os pés de Jesus com suas lágrimas de amor e de adoração abundante. Como ninguém lhe estendeu um lenço ou uma toalha, Maria praticou mais um ato extravagante e arriscado: Soltou os cabelos e começou a enxugar os pés de Jesus. Naquela época as mulheres não podiam andar com o cabelo solto, apenas em casa na presença do marido. Talvez alguns ¿ex-clientes¿ da mulher pensaram consigo: Oba, Maria está de volta à ativa!

Enquanto a mulher estava em adoração extravagante, o fariseu vivia sua religiosidade extravagante. No vs 39 ele pensa consigo: ¿O que esta mulher está fazendo? Se Jesus fosse profeta não permitiria essa barbaridade, essa baixaria!¿.

Jesus com toda paciência lamenta: ¿Oh fariseu querido, quando eu entrei na sua casa nem educado você foi. Você esqueceu até de oferecer água para lavar os meus pés. Não me deste ósculo; ela, entretanto, não parou de beijar meus pés¿. (Obs: os fariseus eram tão religiosos e cegos, que na questão espiritual estavam mais distantes de Deus que a maioria do povo. Nisso eles eram campeões!).

Se alguém acha que se emocionar e se expressar com extravagância na presença de Deus é pecado eu não posso falar nada. Como diria um ¿sábio¿ da televisão brasileira: Minha boca é um túmulo! Só sei dizer que Jesus não repreendeu a mulher. Por outro lado, repreendeu o fariseu. Só sei dizer que a mulher fora recompensada com o perdão dos pecados e com a salvação (Lc 7.50). Já Simão levou uma ¿chicotada¿ das mais doídas de Jesus (você percebe alguma semelhança com Mical???). Penso que Simão só não ficou estéril porque era homem :-)

O fariseu é um religioso extravagante. Ele vem pra igreja e não oferece nada. Ele é orgulhoso, ele se acha superior e espiritual demais. Ele não gosta de se expor e de se expressar na presença de Deus. Ele condena a adoração dos outros, por mais ¿correta¿ que pareça. Ele se apega a questiúnculas. Ele quer discutir sobre coisas pequenas, mas se esquece da essência da adoração.

Nós precisamos ser adoradores, não religiosos. Nós precisamos oferecer a Deus algo de valor, como a mulher ofereceu o ungüento precioso. Precisamos adorar com humildade, e expressar nosso louvor sem qualquer tipo de vergonha e medo. Não devemos nos preocupar com os religiosos extravagantes, eles sempre vão estar lá. Sempre vão estar questionando, mas Jesus estará recebendo sua adoração, Jesus estará satisfeito com você!

O que você prefere ser? Um adorador extravagante ou um religioso extravagante? Pense nisso... a escolha é sua.

Um abração em Cristo Jesus,
Ramon Tessmann

Sexta-feira, Outubro 22, 2004

Desculpem-me se não respondi todas as mensagens esta semana!!!

É que eu "tô mei sem tempo meeesm", mas não faltará oportunidades!

Bom fim de semana a todos

e como diz o meu amigo, Magno de Araraquara-SP ...

Sexta-feira, Outubro 15, 2004

Quinta-feira, Outubro 14, 2004

Se

Se nossa maior necessidade fosse informação,
Deus teria nos enviado um EDUCADOR.

Se nossa maior necessidade fosse tecnologia,
Deus teria nos enviado um CIENTISTA.

Se nossa maior necessidade fosse dinheiro,
Deus teria nos enviado um ECONOMISTA.

Se nossa maior necessidade fosse prazer,
Deus teria nos enviado um 'APRESENTADOR'.

Mas a nossa maior necessidade era perdão.
Por isso Deus nos enviou um SALVADOR.

Roy Lessin

Qual o seu valor?

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas,segurando uma nota de R$ 100,00. Ele perguntou: "Quem quer esta nota de R$ 100,00?" Todos ergueram a mão.

Então ele disse: "Darei esta nota a um de vocês. Mas primeiro, deixem me fazer isto!" Aí ele amassou a nota. E perguntou, outra vez: "Quem ainda quer esta nota?" As mãos continuaram erguidas.

"Bom - ele disse - e se eu fizer isto?" E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: "E agora? Quem ainda quer esta nota?" Todas as mãos continuaram erguidas. O palestrante virou para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição:

"Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.

Essa situação também acontece com a gente. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, humilhados, pisoteados, e ficamos nos sentindo sem valor nenhum. Mas não importa .... jamais perderemos nosso valor perante Deus. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos.

O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que somos!"

Quarta-feira, Outubro 13, 2004

Segunda-feira, Outubro 11, 2004